Previsões para 2014

Todo final de ano costumamos receber pelos meios de comunicação ou pelo boca a boca as previsões para o ano que vai se iniciar: quem é ou quem são os regentes, quais os rituais a realizar na passagem do ano, qual a cor da sorte para o momento ou para usar nos próximos 365 dias, o que esperar, e por aí vai.

No final do ano passado senti falta disso. Não vi nem ouvi nada sobre previsão numerológica, astrológica, do tarô, do I-ching ou dos orixás… E assim 2014 chegou e me pegou na mais pura ignorância a seu respeito. A única coisa que sabia é que era um ano SETE (2 + 0 + 1 + 4 = 7).

Sei que 7 é um número cabalístico, cármico. No tarô 7 é a carta do Carro, que significa, a princípio (cada carta do tarô tem várias interpretações), que num momento de tomada de decisão a escolha foi acertada: o caminho escolhido é o que conduzirá à vitória. Eu então, rapidamente, concluí: oba! ano de escolhas acertadas – MÁXIMO!!!

E aí, mês de janeiro correndo, começo a receber de um e de outro as informações preciosas das fontes esperadas: ano regido por Júpiter, segundo a astrologia e, segundo a tradição dos Orixás, regido por Xangô. E aí? Bom, sei que Júpiter é um planetinha bem legal, é da alegria, da esperança e da justiça – êpa! Xangô é o Orixá da Justiça e muito legal também – tá batendo! É, mas me informaram que Júpiter traz para o ano a cor verde e a cor de Xangô é marrom: e aí, como ficamos? Acho que marrom com verde dá uma boa combinação. Então, tudo bem.

Seguindo com as informações: segundo o tarô, o ano não é só 7, mas também é 20 e 14, partindo-se 2014 ao meio. A carta 20 (O Julgamento) fala de uma ampliação de consciência, de um chamado para elevação. Já a carta 14 (A Temperança) fala de transformação em direção ao equilíbrio, principalmente das emoções – transformação lenta, que demanda tempo para sua realização – mas efetiva.

Com tudo isso, a que conclusões chegamos? Creio que podemos ter esperança de que as coisas nesse ano sejam mais justas: que quem deve (nossos políticos devem muito!) pague, pela justiça divina ou pela dos homens. Que os justos (Joaquim Barbosa, nós e todos os injustiçados) possam continuar confiando naquela máxima popular que diz que “a justiça tarda mas não falha”. Ano de esperança e temperança – bela rima! Acho que é um bom presságio.

Bem, e o que mais? Sei que tem muito mais. Vou continuar pesquisando sobre o ano que se inicia e colocando os resultados aqui nesta coluna. Bom, e quem tiver mais dados sobre o assunto pode me enviar que vou adorar saber e divulgar.

Enquanto isso, vamos observando e vivendo a esperança, a temperança, a justiça. Vamos ficar atentos para tomar as decisões certas na hora de escolher que caminho seguir para alcançar a vitória em nossa caminhada. Afinal, 2014 é um ano 7… vamos aproveitar!

Marseille-Grimaud_-_XIIII_-_Temperance

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Um comentário

  1. Dora Regina campos
    27/01/2014 at 13:53

    Muito legal e verdadeiro. Começou a fazer efeito em mim. Entrei 2014 com uma tremenda e difícil decisão a tomar, que, se não fosse acertada, afetaria toda a família… HajaTemperança e Justiça!!! Consegui!!!!!

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