,

Oficinar Nossa escritora convidada reflete sobre a difícil arte da escrita. Profissão ou destino?

Ofício. Sina

O que será que determina?

Qual o ofício: poeta, escritor, sonetista, escrevinhador?

Qual a sina: Explorar? Vasculhar? Externar?

o acervo da mente e da vida

expressar o vivido e o aprendido.

Há um emaranhado de ideias e vivências,

há um mundo de palavras.

Há um tema,

e esse é o fantasma que assombra:

extrair uma ideia dentre tantas. Desenvolvê-la.

Escolher palavras… cata e caça

Vilipêndio, vitupério, vilania?

Noticia, notifica, notaria?

Transformar palavras – ênfase na expressão.

Faço um texto

bonitoso, lindosão, chicosérrimo,

Próclise, ênclise, mesóclise…

Há uma ordem: seguir as regras do ofício.

Figurar, metaforear, metaforsear

orações, períodos , emoções…

Palavras que falam ao coração, como usar?

Por no papel o que sinta ou só descrever sua sina?

Quais são as regras?

Vale explodir ou a ordem é contenção?

Sem regras? Sem medo!

prosear e poetar… poetar e prosear

ordem, tema, sina e ofício.

Exercício.

Elza Cléa

Compartilhe

Você também pode gostar

2 comentários em “Oficinar Nossa escritora convidada reflete sobre a difícil arte da escrita. Profissão ou destino?

  1. LÉA ANASTASSAKIS
    15/06/2015 at 21:19

    Tem gente que não acredita saber fazer poesia. A Elza sabe. Será que ela sabe que sabe?

    • Ana Paula Macedo
      16/06/2015 at 18:11

      Acho que precisa ouvir que sabe. Bjs

Deixe um comentário

Seu email não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com