As sobrancelhas ao longo dos anos

Minha querida Mariana Wallace, dona do Spa das Sobrancelhas unidade Gávea, no Rio, enviou um artigo super interessante sobre os diferentes formatos das sobrancelhas através dos anos. Vou compartilhar o texto dela com vocês, mas também estou louca para saber qual, ou quais, destes desenhos vocês já usaram.

“Todas as mulheres já tiveram ou tem problema com as sobrancelhas. Elas são capazes de ressaltar a beleza natural e quando bem feitas podem até rejuvenescer.

Na época de ouro do cinema mudo, as sobrancelhas eram uma ferramenta indispensável para as atrizes, que as raspavam completamente, para depois pintá-las de acordo com o papel. Mocinhas ingênuas eram dignas das sobrancelhas curtas. Já mulheres fatais recebiam um olhar emoldurado com sobrancelhas longas e arqueadas, como a da atriz Theda Bara. 

theda-bara

A década de 40 foi marcada por sobrancelhas mais grossas no início e mais finas no final. O resultado era o olhar feminino e sensual de Rita Hayworth.

rita-hayworth

Durante a viagem libertária dos anos 60, além de queimar sutiãs, as mulheres também rasparam as sobrancelhas. Lideradas pela supermodelo britânica Twiggy, as mocinhas raspavam tudo e depois tratavam de desenhar arcos bem finos com lápis.

twiggy

A década de 80 foi o reinado das sobrancelhas ao natural, grossas e expressivas. As principais representantes dessa época foram as atrizes Brooke Shields, Malu Mader e Ana Paula Arósio.

thick brows

Nos anos 90, as sobrancelhas perderam volume, mas continuaram seguindo o traçado natural acima dos olhos, como as da espanhola Penélope Cruz.

penelope_cruz

Mas é claro que também havia as suas exceções. Vale lembrar Elizabeth Taylor. Ela costumava tingí-las de preto, como as egípcias, para ressaltar os olhos. 

elizabeth taylor

Atualmente, a idéia é limpar o rosto e deixar um desenho mais natural. Finas ou grossas, o mais importante é saber compor a sobrancelha com o formato do rosto, além de sempre mantê-las definidas e bem preenchidas. Por isso a importância de procurar um bom profissional.”

Obrigada, Mariana!

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